resultado fiscal do Brasil e dados ADP dos EUA são destaques

resultado fiscal do Brasil e dados ADP dos EUA são destaques

Nos EUA, os futuros das bolsas americanas operam com sinal positivo. O mercado monitora mais um número do mercado de trabalho, o ADP, que será divulgado hoje, dois dias antes da folha de pagamento (payroll). Os últimos dados dos EUA reforçaram o otimismo em relação a uma mudança global rumo à flexibilização do banco central no próximo ano. Os números do mercado de trabalho americano Jolts, divulgados ontem, vieram mais fracos do que o previsto, o que reforçou as especulações de que o Fed reduzirá as taxas de juros no próximo ano para evitar uma recessão econômica. O relatório Jolts confirmou queda na abertura de vagas e ampliou para 65% as apostas de que o primeiro corte do Fed acontecerá já em março.

Na Europa, as bolsas operam no positivo. Os investidores estão avaliando os indicadores publicados, mostrando sinal fraco da indústria da Alemanha e das vendas no varejo da zona do euro. Mais cedo, a leitura oficial mostrou que as encomendas à indústria da Alemanha caíram 3,7% em outubro ante setembro, após ajustes sazonais. As vendas no varejo da zona do euro cresceram 0,1% em outubro, na comparação com setembro, vindo abaixo da variação do mercado, que esperava um avanço de 0,2%. Na comparação anual, houve queda de 1,2% nas vendas no varejo da região em outubro. O resultado, neste caso, veio em linha com o que era esperado. Mesmo com dados fracos, a abertura europeia vem positiva, com a avaliação de que a perda de fôlego na atividade ampara uma postura menos dura pelo BCE (Banco Central Europeu). Além dos dados econômicos divulgados mais cedo, os investidores aguardam as falas dos dirigentes do BCE, para mostrar possíveis sinalizações em relação a política de juros.

Na Ásia, as bolsas fecharam sem sinal único. Em Xangai, o quadro foi de perdas, um dia após a Moody’s ter reafirmado o rating da China em A1, mas a perspectiva alterada de estável para negativa. Já em Tóquio, houve avanço de cerca de 2%, com investidores em busca de barganhas após perdas recentes no mercado japonês. A Bolsa de Xangai fechou em baixa de 0,11%, e a de Shenzhen subiu 0,55%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 0,83%. Na Bolsa de Tóquio, o índice Nikkei subiu 2,04%, e o de Seul, o Kospi avançou 0,04%, mas cerrou no mínimo do dia. Em Taiwan, o índice Taiex subiu 0,19%.

Os preços do petróleo operam em queda. Os mercados continuam a duvidar do impacto dos cortes da Opep+ e preveem uma menor demanda global. Enquanto, as cotações do minério de ferro na China fecharam com forte alta, impulsionadas por dados econômicos positivos e também porque as preocupações com a supervisão dos mercados pela China para garantir a estabilidade de preços começaram a perder força.

A Weg vai investir R$ 1,2 bilhão ao longo dos próximos três anos para expandir a capacidade de produção de transformadores no Brasil, México e Colômbia. O cronograma de investimentos prevê a conclusão das obras até dezembro de 2026. Os novos prédios serão projetados para permitir o aumento gradual e contínuo da capacidade de produção e atender às necessidades de expansão da companhia ao longo dos próximos anos. No Brasil, os investimentos acontecerão nos parques fabris de Betim e Itajubá (ambos em MG) e para novos postos de trabalho de bobinagem, montagem, laboratório e expedição. No México, o plano é construir uma nova fábrica de transformadores de potência. Para a Colômbia, o intuito é aumentar a capacidade de produção local com a construção de uma nova fábrica de transformadores para atender a demanda do setor petrolífero e a necessidade de ampliação e modernização do parque energético de mercados vizinhos como Chile, Bolívia, Peru, Equador e América Central.

O Carrefour divulgou novas projeções (guidances) de vendas e margem Ebitda para 2024 e 2025. A companhia espera que até o final de 2024 as vendas por m² das lojas convertidas do antigo Grupo BIG para a bandeira Atacadão atinjam aproximadamente entre R$ 28.000/m² e R$ 31.000/m² em bases anualizadas, enquanto a margem Ebitda (nível loja) alcance entre 5% e 6% até o fim do período. Até o final de 2025, a companhia espera que as vendas por m² sejam de aproximadamente R$ 35.000/m² em bases anualizadas, enquanto a margem Ebitda (nível loja) atinja entre 7% e 8%. Já para lojas maduras do Sam’s Club, a expectativa é que as margens Ebitda (nível loja e unidade de negócio) até o final de 2025 fiquem entre 9% e 10% e entre 7% e 8%, respectivamente. O impacto potencial total da otimização do portfólio de lojas no Ebitda em 2024 deve ser entre R$ 180 milhões e R$ 220 milhões. Em 2026, a companhia espera que o impacto potencial total no Ebitda da otimização do portfólio seja de R$ 550 milhões a 800 milhões. A otimização do portfólio compreende conversões de formato, venda de operações e fechamento de lojas, combinados.

FONTE UOL

Investidor jv

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