Pix offline, parcelado e internacional: entenda as próximas fases

Pix offline, parcelado e internacional: entenda as próximas fases

Ele vai funcionar como o débito automático. A diferença é que o débito automático depende de convênios com outras instituições para funcionar. O pagador terá à sua disposição uma série de funcionalidades para gerir os pagamentos recorrentes como, por exemplo, estabelecer um limite máximo do valor da parcela a ser debitada, podendo cancelar a qualquer momento a autorização.

Expectativa é de que ele seja usado por empresas de água, luz e gás. Outros usos esperados pelo BC são empresas que demandem pagamentos recorrentes, como instituições de ensino, academias, clubes de assinatura, serviços de streaming, planos de saúde, seguros, administradores de condomínios, clubes, portais de notícia, operações de crédito, entre outros.

Pix parcelado

Ainda não foi lançado oficialmente pelo BC, mas alguns bancos já oferecem. O BC diz que existe a possibilidade de estabelecer regras padronizadas para o parcelamento com o Pix, “mitigando o risco de crédito do recebedor em eventuais situações de inadimplência do pagador”.

Não existe um único modelo sendo oferecido pelos bancos. O BC afirma que há soluções que vinculam o Pix parcelado com a concessão de crédito pessoal e soluções que permitem que o pagamento do Pix seja feito na fatura do cartão de crédito. O Pix parcelado abre a possibilidade de concessão de crédito por meio do Pix.

Caso haja mudanças no rotativo do cartão, o Pix crédito pode ganhar espaço. “Temos a discussão do rotativo do cartão, de mudar as regras. [Se isso acontecer] vamos ter menos crédito no cartão e vai ter que desaguar o crédito em outro lugar. Já têm alguns bancos fazendo Pix crédito, vamos ver aumentar demais”, afirma Bruno Samora, diretor de produtos da Matera.

FONTE UOL

Investidor jv

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