Entregadores rejeitam proposta de apps; motoristas seguem negociando acordo

Entregadores rejeitam proposta de apps; motoristas seguem negociando acordo

Como está a situação dos entregadores?

Porta-voz das empresas líderes de mercado, como 99, Amazon, iFood, Uber, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) divulgou um documento no início da tarde afirmando que não apresentaria uma nova proposta de remuneração mínima para o segmento de delivery.

Duas semanas atrás, a entidade havia sinalizado com um piso de R$ 12 para motos, R$ 10,86 para carros e R$ 6,53 para bicicletas, por “hora efetivamente trabalhada”. Ou seja, para garantir R$ 12, um motoboy precisaria acumular 60 minutos em viagens.

A proposta acabou unanimemente rechaçada pelos representantes da categoria. No caso dos entregadores de moto, por exemplo, o mínimo defendido é de R$ 35,76 — três vezes mais que o oferecido pela Amobitec.

No encontro desta terça, a entidade afirmou que não avançaria nas negociações sobre remuneração até que o governo apresentasse uma proposta sobre as alíquotas de contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), outra importante pauta em discussão no GT.

A Amobitec se diz a favor da chamada “inclusão previdenciária” dos entregadores, mas defende que suas associadas não sejam enquadradas no regime padrão, em que empresas pagam 20% e trabalhadores 11% sobre os salários.

FONTE UOL

Investidor jv

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