Empresas estão mais digitais e funcionários são multitarefa no pós-pandemia

Empresas estão mais digitais e funcionários são multitarefa no pós-pandemia

O modelo de negócio vem sendo implantado em duas franquias atendidas por Rizzo: uma rede de escolas e uma de clínicas de vacinas.

Os modelos de negócios mais enxutos são uma realidade em outros países. “Lá fora é normal ver um funcionário de um café preparar o pedido, atender as mesas e limpar. Ele não reclama porque ganha muito bem para exercer todas as funções. Aqui no Brasil, vemos cada um fazendo uma coisa, deixando os processos inflados e onerosos”, diz Rizzo.

A oferta excessiva de produtos também é um gargalo para os negócios, principalmente de alimentação, segundo ele. “Isso ficou evidente na pandemia, que dá para enxugar a oferta e manter o negócio operando. Por que ter um cardápio com 40 pizzas se as que mais têm saída são 15?”

Redução de custos. Uma operação com menor oferta, que consequentemente reduzirá o estoque, menos funcionários e a mudança para um lugar menor, pagando menos pelo custo da locação, são algumas mudanças que ficaram, frisa Rizzo. E isso pode dar mais fôlego para um negócio.

Estamos conseguindo revigorar uma série de franquias que viviam uma situação problemática e hoje estão focando seu crescimento em unidades com um formato mais enxuto. Isso pode parecer óbvio, mas quando vemos lojas vazias ou fechando as portas, é uma fórmula que tem se mostrado eficiente.
Marcus Rizzo.

O fortalecimento do comércio de bairro também foi intensificado na pandemia e veio para ficar, segundo Korytowski, sócio da Kick Off Consultores Associados.

FONTE UOL

Investidor jv

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