El Niño chega com previsão de seca, calor intenso, chuvas fortes e ameaça para agricultura – Notícias

El Niño chega com previsão de seca, calor intenso, chuvas fortes e ameaça para agricultura – Notícias

O El Niño voltou oficialmente e espera-se que cause condições climáticas extremas, incluindo ciclones tropicais, chuvas fortes, calor intenso e secas em diferentes regiões. Essa mudança no clima pode ter impactos significativos, como ocorreu em 2016, quando foi registrado o ano mais quente da história. O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico, influenciando o clima mundial e afetando a temporada de furacões e ciclones. O retorno desse fenômeno climático traz preocupações para países como Brasil, Colômbia, Venezuela, Índia e Indonésia, que enfrentarão secas intensas.

El Niño: o aquecimento do Pacífico

Após três anos do padrão climático La Niña, o El Niño, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico, está de volta. O Centro de Previsão Climática dos EUA emitiu um aviso confirmando o retorno desse fenômeno climático, que trará impactos significativos em diferentes partes do mundo. O El Niño ocorre quando as águas do Pacífico oriental, próximas à costa da América do Sul, estão excepcionalmente quentes e ocorre uma desaceleração ou reversão dos ventos alísios do leste.

Medindo o El Niño

Para confirmar o início do El Niño, os especialistas procuram duas agências: a NOAA e o Bureau de Meteorologia da Austrália (BOM). Essas agências usam métricas diferentes, mas ambas observam o aumento das temperaturas oceânicas no Pacífico equatorial. A NOAA considera como El Niño quando as temperaturas estão 0,5°C acima do normal e duram ou devem continuar por cinco períodos consecutivos e sobrepostos de três meses. Já o BOM exige um aumento maior, com as regiões do leste do Pacífico 0,8°C mais quentes que a média.

Impactos na agricultura e clima mundial

O El Niño está causando efeitos percebidos, com ameaças à produção de alimentos na Ásia e expectativas de chuvas intensas nos Estados Unidos. Especialistas preveem uma queda de 34% na produção de safras de inverno na Austrália, bem como impactos na produção de óleo de palma e arroz na Indonésia, Malásia e Tailândia. Na Índia, que depende das chuvas de monções para a safra de verão, espera-se que o El Niño compense o Dipolo do oceano Índico, embora os meteorologistas prevejam chuvas abaixo do normal no noroeste do país.

Conclusão

À medida que o El Niño retorna, é crucial que estejamos preparados para lidar com condições climáticas extremas. De fato, podemos esperar desafios como secas intensas, calor intenso e chuvas fortes. É importante estarmos cientes dessas eventualidades e adotar medidas adequadas para mitigar seus impactos. Além disso, os impactos na agricultura e no clima mundial têm o potencial de causar consequências significativas. Portanto, é essencial tomar medidas preventivas e adaptativas diante dessas circunstâncias.

FONTE R7

Investidor jv

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