Como ricos podem doar voos em jatinhos para ajudar com transplantes

Como ricos podem doar voos em jatinhos para ajudar com transplantes

Hoje, órgãos já são transportados por aviões. É o caso dos aviões da FAB (Força Aérea Brasileira), aeronaves de polícias e bombeiros e do Asas do Bem, iniciativa da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) para transporte de órgãos e tecidos em aviões que realizam voos comerciais regulares.

Para que haja a doação após a morte, é preciso seguir uma série de regras. São elas: ter havido morte cerebral, e não falência múltipla dos órgãos; a família tem de entender que não é um coma, que aquele estado não tem retorno; familiares tem de autorizar a doação; não pode haver proibição religiosa; não pode haver alguma comorbidade, entre outros.

Essas restrições tornam o leque de doadores muito pequeno, tornando mais importante reduzir o gargalo do transporte para evitar que, caso um doador surja, seja possível aproveitar os órgãos.

Malha atendida é maior

A aviação comercial regula voar para apenas cerca de 160 cidades, segundo o Instituto Brasileiro de Aviação. A aviação geral, que representa as aeronaves que podem fazer parte do TransplantAR, podem voar para 2.947 municípios, cerca de 53% das cidades brasileiras.

A frota da aviação geral também é maior que a da comercial. Empresas aéreas possuem pouco mais de 600 aeronaves no Brasil, enquanto aviões de pessoas físicas e de empresas privadas somam mais de 13,5 mil unidades.

FONTE UOL

Investidor jv

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