Casas Bahia (BHIA3) avalia emissão de R$ 1 bilhão com apoio de bancos, diz jornal

Ainda segundo fontes informaram ao jornal, diante das várias alternativas discutidas no momento entre a companhia e os bancos, este é o “plano A” por ora. O objetivo é alongar o prazo das dívidas da Casas Bahia e, ao mesmo tempo, não comprometer a liquidez.

Vale lembrar que no ano passado, a Casas Bahia realizou uma oferta de ações que levantou R$ 622 milhões, menos do que se esperava, com um desconto alto sobre o preço de tela das ações. A empresa também transferiu o financiamento do crediário dos clientes para fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs) – um deles foi lançado no final de 2023, da ordem de R$ 600 milhões. Em 2022, a varejista já havia recebido R$ 1,75 bilhão para renovar a parceria com o Bradesco em cartões co-branded, uma antecipação de parte das comissões.

Segundo fontes informaram ao Broadcast, a empresa está fazendo reuniões com investidores no exterior – incluindo em Nova York – para discutir a reestruturação que fez, e também para testar o interesse em uma eventual emissão, o chamado “non deal roadshow”.

Casas Bahia (BHIA3) é “investimento desafiador”: Citi atualiza projeções para a varejista

Em seu relatório mais recente, analistas do Citi atualizaram seu modelo de projeções dos resultados do quarto trimestre de 2023 da Casas Bahia, incorporando as premissas operacionais mais recentes e as estimativas macro do banco. Na opinião da casa, a varejista continua a ser um caso de investimento desafiador.

“Após seu recente aumento de capital de R$ 622 milhões, a Casas Bahia ainda não está fora de perigo, com despesas financeiras líquidas de R$ 2,0 bilhões (excluindo leasing) ainda excedendo o Ebitda [lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações, na sigla em inglês] pré-IFRS de R$ 1,3 bilhão projetado para 2024”, apontam os analistas.

FONTE UOL

Investidor jv

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