Após redução da Selic, Alckmin diz que taxa ‘continua elevada’

Após redução da Selic, Alckmin diz que taxa ‘continua elevada’

Alckmin disse que espera que Banco Central “reconheça” nas próximas reuniões “o compromisso” com o equilíbrio fiscal, que “resultará da combinação de um novo arcabouço com uma reforma tributária que racionalizará a arrecadação e dará mais competitividade para a economia brasileira”, escreveu o vice-presidente.

Nesta quarta-feira (20), o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decidiu reduzir a taxa básica de juros da economia em 0,5 ponto percentual, de 13,25% para 12,75% ao ano. Como o novo corte, o segundo consecutivo, a Selic chega ao menor patamar desde junho de 2022, quando também estava em 12,75%.

Comitê sinalizou novos cortes de 0,5 ponto nas próximas reuniões. “Esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário”, diz o Copom, que se reúne novamente nos dias 31 de outubro e 1º de novembro.

Com Selic a 12,75%, país deixa liderança do ranking de juros reais. Segundo levantamento global da Infinity Asset Management, os juros reais — isto é, descontados da inflação — estão em 6,40% ao ano no Brasil. O país aparece atrás do México (6,61%), que agora lidera a lista.

FONTE UOL

Investidor jv

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